Jornalista encara treinamento de Bombeiro

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O Instituto de Ensino de Segurança Pública do Pará – IESP, juntamente com o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar recebeu na última sexta (03) a visita da Jornalista Úrsula Vidal e sua equipe de Televisão para a gravação do programa que demonstrará as fases da formação de oficiais e praças das Forças Estaduais. O CBMPA treinou 67 militares, sendo 30 deles do 1º Grupamento de Busca e Salvamento (1ºGBS), 26 bombeiros do Curso de Combate a Incêndios Urbanos e outros militares no apoio. Úrsula incorporou completamente na tropa e fez questão de usar roupas, capacete e equipamentos.

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Já não é de hoje que Úrsula tem a vontade de conhecer e participar das ações. Ela disse que não havia concretizado, pois queria um tempo grande em seu programa e que sabia das operações que eram realizadas no IESP. Sempre que passava pelo local olhava e dizia: “legal, deve ser muito bacana as atividades que os agentes de segurança realizam”.

As duas Corporações montaram os circuitos de exercícios com todo aparato de segurança e equipamentos a serem utilizados.  Foram empregados no simulado o helicóptero “Resgate 01”, viaturas de combate a incêndio e cães adestrados.

O 1º GBS ficou incumbido pelas atividades de salvamento em altura, onde foram demonstradas descidas com vítima, abordagem de suicida, e outros exercícios. “Hoje estou sobre o efeito da adrenalina, pois desde quando vestir o uniforme, já comecei a entrar no espírito da tropa e em tudo que me colocarem toparei fazer”, afirmou Úrsula. A primeira tarefa realizada por ela foi a descida de Tirolesa.

A Jornalista acredita que a imprensa pode mostrar o outro lado da profissão para a população e é fundamental para que todos possam entender as dificuldades e os riscos que os militares passam nas ocorrências. “A partir de hoje eu vou entender, não só como jornalista mais como cidadã, o que os militares sentem em situações difíceis, por mais que eles sejam treinados para situações de risco. E eles, em geral, são sempre os menos compreendidos socialmente e os militares estão me dando à oportunidade de vivenciar e mostrar o outro lado”.

No sobrevoo pelo município de Marituba, os pilotos do helicóptero “Resgate 1” demonstraram a habilidade nas manobras de salvamento. A visitante chegou a conhecer a cadela Pandora, da raça labrador, que mostrou como é realizado o salvamento na água. A cadela é a primeira salva vidas no Brasil.

E por último, a equipe do Curso CIU simulou incêndio em edificação e  lógico que a jornalista participou da ação. “Estou parecendo um ET, mas mesmo assim estou bem e essa roupa é muito confortável”, brincou a jornalista depois de vestir a roupa de aproximação usada pelo Bombeiros que pesa aproximadamente 10 quilos.  “Essa foi a experiência mais difícil de hoje, pois  lá dentro a gente não enxerga nada, chega até a perder o sentido e o equipamento dificultou a ação. Numa situação dessa a visão é essencial, mas eles (os bombeiros) vão por instinto. É impressionante, eles são mesmo heróis”, desabafou.

Para ela a profissão bombeiro representa muito. “Se pudéssemos identificar uma profissão com o Super Homem, eu acho que seria a do Bombeiro”. Desde criança, associamos a imagem de bombeiros a que mais se aproxima do Super Herói. Os Bombeiros se aproximam do fogo e tem uma simbologia muito forte com destruição, morte e todo tipo de situação de perigo.

A polícia tem a ronda ostensiva, enfrentam bandidos, negocia crises; mas o bombeiro atua arriscando sempre a própria vida, por mais que tenham todo o aparato de segurança, ele sabe que a situação é de risco, por isso mais Super Homem e Mulher Maravilha, é impossível”